Direitos de Imagens

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sábado, 30 de julho de 2016

. Marla de Queiroz

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”(…)Não há do que reclamar. O Mundo está respirando e o meu coração bate desacelerado. A raiva passou, os ressentimentos não chegaram a existir e o mal foi extirpado. O céu não desabou sobre nossas cabeças, o Universo ainda vive e as estrelas descansam um pouco. O sol se escondeu atrás da asa de um avião. E a vida segue assim: hora após hora. Como deve ser.”
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(Marla de Queiroz)(Marla de Queiroz)

quinta-feira, 14 de julho de 2016

domingo, 22 de maio de 2016

Sentimento mal resolvido






Por vezes nos envolvemos em relacionamentos que terminam antes do prazo de validade, antes de encerrar o ciclo de começo, meio e fim.

Os motivos dos rompimentos são inúmeros… medo, insegurança, rejeição do outro, etc.

Acontece que as coisas nem sempre saem como desejamos, e nem sempre dependem de nós, e sim do outro. E o outro tem todo o direito de encerar a relação, independente de estarmos prontos para isso ou não. Talvez o outro não esteja pronto também, para a relação que desejamos.

Sinceramente, acho que as pessoas deveriam vir com botão de fábrica, de liga e desliga. Quando o sentimento de um acabasse, o botão do sentimento do outro deveria se desligar automaticamente, em perfeita sincronia.

Mas enquanto os cientistas não desenvolvem esse projeto… Como lidar com a rejeição e o sentimento que ainda existe em nós?

O que fazer com a frustração dos sonhos não realizados, dos planos não concretizados, do sentimento não findado?

Na teoria, virar a página e seguir em frente. Na prática o buraco é mais embaixo.

O fato é que nos apegamos demasiadamente a isso, e daí surge um novo relacionamento amoroso.

Um relacionamento entre nós e o sentimento mal resolvido.

Passamos tempo demais namorando esse sentimento unilateral. Ruminando situações do passado que não temos alcance para resolver.

Nos auto flagelamos… revivendo tudo mentalmente, inúmeras vezes.

Questionamentos infindáveis nos tiram a paz: Porque…? O que…? Por quem…? E se…?

Nessa ânsia de tentar descobrir motivos, e remoer o que já foi, o tempo vai passando…

O coração se enche de poluição sentimental. O que era um arranhão se transforma em uma ferida, as vezes profunda.

E enquanto o ex parceiro segue a vida, a nossa entra em inércia.

Já que não temos domínio sobre o que o outro sente por nós, precisamos lidar com o que nós sentimos por nós mesmos.

Se o outro tomou a decisão de romper conosco, precisamos tomar a decisão de romper com o sentimento mal resolvido.

Claro que essa decisão depende de um grande esforço e inúmeras atitudes, mas se a ação for de findar o boicote a nós mesmos, a reação certamente será de crescimento.

O coração precisa estar livre dos entulhos, para ficar espaçoso de novo. Pronto para uma nova história.

Essa nova história de amor pode ser de nós conosco mesmo. Ponderando os erros e acertos, mas em uma análise sem culpa, que resulte em evolução e amadurecimento.

E apaixonados por nós mesmos poderemos ser surpreendidos com um final feliz!





Por Rejane Dias

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